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quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Atlético-MG vira sobre o Inter no fim e se classifica à semifinal da Taça BH Galo aplica 2 a 1 pelas quartas de final no Independência e consegue vaga heroica, enquanto os colorados reclamam de pênalti marcado para os donos da casa

Por Belo Horizonte

O time profissional do Inter já havia sofrido sábado no Horto e perdido por 1 a 0, pelo Brasileirão. Agora, foi a vez de os garotos da equipe júnior repetirem a sina. A classificação à semifinal da Taça BH parecia encaminhada, mas o Atlético-MG se mostrou valente e virou a partida nos 15 minutos finais, na tarde desta terça-feira, no Independência. O 2 a 1, que gerou protesto dos gaúchos com a arbitragem, garantiu os mineiros entre os quatro melhores do torneio.
Colecionando as melhores chances, o Inter foi premiado com a abertura do placar aos 22 minutos do segundo tempo, em arrancada de Alisson, que finalizou com precisão. Antes, o mesmo jogador quase marcara um belo gol próximo ao círculo central. O goleiro do Galo, no entanto, conseguiu salvar.
 A virada mineira começou em lance polêmico. Aos 28 minutos, Daniel caiu na grande área e o árbitro assinalou pênalti. Os colorados reclamaram, alegando que não houve intenção de infração no choque. Dois minutos depois, Dodô, destaque do confronto, cobrou com categoria. 
A partir daí, o Galo cresceu. Quase marcou aos 40 minutos, mas a zaga afastou o lance construído Carlos já com o goleiro sem ação. Aos 42, Carlos insistiu, ganhou a linha de fundo e ofereceu passe do outro lado, para Igor escorar: 2 a 1, e vaga dos donos da casa, que agora encaram o Figueirense na semifinal, já que a equipe de Florianópolis eliminou o Criciúma, nos pênaltis, por 5 a 3, após empate em 0 a 0 no tempo normal. O outro duelo da semifinal será entre América-MG e Goiás. As partidas serão realizadas na quinta-feira.

Atlético-MG x Internacional (Foto: Bruno Cantini)Jogo entre mineiros e gaúchos no Independência foi emocionante até o final (Foto: Bruno Cantini)

Belas gêmeas do Canadá ficam com a prata e encantam torcida chinesa Irmãs Nicole e Megan levam público ao delírio, são vice e elogiam brasileiras

Por Nanquim, China

As irmãs gêmeas canadenses Nicole e Megan Macnamara não ficaram com a medalha de ouro, mas encantaram em Nanquim. Ao serem anunciadas para a decisão do vôlei de praia diante de Duda e Paty, nesta terça-feira, foram chamadas pelo locutor oficial das Olimpíadas da Juventude de "as belas irmãs gêmeas canadenses". A medalha de prata para as meninas de 17 anos coroa uma semana de ouro. Abraçadas pelos chineses, elas foram muito festejadas, apesar da derrota.
Vôlei de praia Nanquim (Foto: Thierry Gozzer)Gêmeas canadenses perdem para as brasileiras na final e ficam com a prata (Foto: Thierry Gozzer)


- Ficamos muito felizes com todo o carinho dos chineses. Eles nos abraçaram, nos deram muito amor durante essa semana. Ficamos muito satisfeitas com todo esse amor demonstrado por nós em toda a competição. E, na final, quando ele nos chamou de "as belas irmãs canadenses", foi muito legal - disse Megan.

Com 17 anos, as irmãs não têm chance de competir no Rio de Janeiro, em 2016. Hoje, o Canadá tem três equipes à frente para as Olimpíadas. Por isso, elas têm paciência e pensam em uma etapa de cada vez. Querem, talvez, as Olimpíadas de 2020, em Tóquio, no Japão.
Vôlei de praia Nanquim (Foto: Divulgação/FIVB)Irmãs encantaram público chinês durante os Jogos Olímpicos da Juventude (Foto: Divulgação/FIVB)




- É impossível estarmos no Rio de Janeiro. Não temos pontos no ranking mundial. E temos três equipes canadenses na nossa frente e brigando por essa vaga nesse momento. Mas quem sabe, em 2020, não podemos ir. Se for possível, essa é a nossa intenção, e não no Rio, onde não temos chance - admitiu Nicole.

Sobre o jogo com Duda e Paty, elas lamentaram a bobeira dada no terceiro set, quando estavam à frente do marcador e acabaram levando a virada.

- A Duda é muito forte, tem muita qualidade, e não conseguimos virar as bolas quando precisávamos. Não deu, mas estamos muito felizes com a medalha de prata - garantiu Megan.

Chad Mendes, sobre empurrão de Aldo: "Já estou ganhando a batalha" Desafiante ao cinturão peso-pena do UFC admite que não gosta do rival e reclama de acusações. Campeão minimiza entrevero: "O show foi só esse"

Por Rio de Janeiro

José Aldo e Chad Mendes já vinham trocando provocações e acusações nos últimos meses, desde que sua revanche foi anunciada, e a tensão entre os dois explodiu durante uma encarada em evento de promoção do UFC 179, nesta terça-feira, no Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro. Normalmente calmo e apenas sério em suas encaradas pré-luta, o brasileiroempurrou o americano após ele se aproximar e colar rosto com rosto duas vezes. (Veja no vídeo acima).
Na opinião de Mendes, o empurrão apenas confirma sua tese de que ele está "dentro da cabeça" do atual campeão dos pesos-penas do UFC.
- Ele nunca foi agressivo com nenhum outro lutador, nunca colou o rosto em ninguém, vocês viram como foi hoje. Já estou ganhando essa batalha. Vou continuar fazendo o que estou fazendo, tenho o caminho para derrotá-lo. Na minha cabeça, está 1 a 0 para mim - argumentou o lutador, em entrevista à imprensa brasileira presente.
Chad Mendes ufc (Foto:  Alexandre Loureiro / Inovafoto / UFC)Mendes admitiu sobre Aldo: "Ele não gosta de mim, nem eu dele" (Foto: Alexandre Loureiro/Inovafoto/UFC)
Porém, o próprio atleta da equipe Alpha Male admite que o duelo é pessoal para ele. O americano não engole o adiamento do combate e sua transferência de local - estava marcado originalmente para 2 de agosto em Los Angeles, próximo ao seu lar em Sacramento - e não perdoa a ironia feita por Aldo ao mencionar os "suplementos" que Mendes supostamente usaria para se manter em forma.
- Ele não gosta de mim e eu não gosto desse cara. É assim mesmo, é parte do esporte às vezes. Mas para ele dizer publicamente as coisas que disse, acho que é muito rude e desnecessário, e não há provas para nada disso. Não sei de onde ele tirou isso, mas o que eu disse foi que ele se lesiona muito, e isso é algo que é comprovado, não é nada falso. Acontece toda hora. Na primeira vez que eu ia enfrentá-lo, ele fez a mesma coisa, mas aceitei outra luta, enfrentei Rani Yahya porque não queria ficar parado como estou agora. Não sei por que ele, quando digo a verdade, vem com rumores e declarações falsas - reclamou.
O atual campeão peso-pena, por sua vez, fez pouco caso da confusão com o adversário. Ele admitiu ter se deixado levar um tanto pela emoção de estar no Maracanã, estádio que frequenta como torcedor, mas também deixou claro que, para ele, era tudo um espetáculo.

- O show foi só esse mesmo. Já estive aqui várias vezes na torcida, com várias adrenalinas passadas, mas hoje sou profissional e temos que manter o respeito. A gente chega numa fase também em que procura mostrar o outro lado. Todo mundo sempre viu o Aldo muito tranquilo, acho que a gente tem que dar uma mudada e uma renovada - comentou o lutador.

Rafaela perde em luta polêmica e terá que disputar repescagem no Mundial Derrota por uma punição para a mongol Sumiya Dorjsuren nas quartas de final tira o sonho da brasileira de conquistar o bicampeonato do mundo em Chelyabinsk, Rússia

Por Direto de Chelyabinsk, Rússia

Rafaela Silva x Sumiya Dorjsuren, Mundial de Judô (Foto: Raphael Andriolo)Rafaela Silva perde e vai para repescagem (Foto: Raphael Andriolo)
O sonho do bicampeonato mundial para Rafaela Silva foi adiado. A luta polêmica contra a mongol Sumiya Dorjsuren, pelas quartas de final, acabou com o sonho da brasileira disputar a medalha de ouro no Mundial de Chelyabinsk. Depois de vencer dois combates, a carioca perdeu por apenas uma punição e ainda teve um ippon avaliado como um wazari pela arbitragem. Agora, ela terá que disputar a repescagem de olho no terceiro lugar da categoria leve (57kg). Mais cedo, Ketleyn Quadros e Alex Pombo foram eliminados na primeira luta. 
A estreia foi contra a eslovena Vlora Bedeti, bronze no Mundial do Rio no ano passado. A brasileira lutou com inteligência e dominou as ações. O árbitro puniu as duas logo no começo. E repetiu a dose na sequência. Mas Rafaela conseguiu um yuko num contra-golpe. Bedeti, então, partiu para cima, mas de maneira afobada. Acabou sofrendo mais duas penalizações, o que deu a vitória para a carioca.

Na sequência, a carioca encarou Tina Zeltner. Outra luta truncada. A austríaca foi punida e tentava de qualquer maneira descontar. Forte, a brasileira não teve problemas para administrar o combate. No segundo final, ainda conseguiu um yuko para confirmar a vaga nas quartas de final.
Rafaela Silva x Sumiya Dorjsuren, Mundial de Judô (Foto: Raphael Andriolo)A mongol Sumiya Dorjsuren dificultou o jogo da campeã mundial (Foto: Raphael Andriolo)
Mas Rafaela perdeu a uma luta das semifinais. Diante da mongol Sumiya Dorjsuren (MGL), que já havia vencido a brasileira no ano passado, uma decisão polêmica dos árbitros. As duas foram punidas no início, mas em seguida, apenas Rafaela. A mongol conseguiu um wazari e abriu frente. Depois de ser arrastada pela rival, a campeã olímpica voltou determinada e conseguiu um belo golpe. O árbitro entendeu que não foi ippon, apenas wazari. Com uma punição a mais, Rafaela precisava pontuar ou a adversária teria que sofrer uma penalização para ficar tudo igual. Só que nenhuma das duas coisas aconteceu, apesar de Dorjsuren aplicar uma pegada ilegal na manga.
O jeito foi se contentar com a repescagem. A partir das 8h (de Brasília), ela encara a suíça Fabienne Kocher para tentar chegar à disputa do terceiro lugar contra quem perder da semifinal entre a japonesa Nae Udaka e a francesa Automne Pavia. 
Ketleyn e Pombo eliminados
De madrugada, nas eliminatórias, mais duas eliminações de brasileiros na primeira rodada do Mundial. Ketleyn Quadros e Alex Pombo deram adeus precocemente à competição. A medalhista de bronze nas Olimpíadas de Pequim, em 2008, não resistiu à Chen-Ling Lien, de Taipei, enquanto o estreante caiu diante do belga Dirk Van Tichelt depois de uma bobeira na luta no solo. 
Rafaela Silva x Sumiya Dorjsuren, Mundial de Judô (Foto: Raphael Andriolo)Rafaela buscou a reação nos instantes finais, mas esbarrou na postura defensiva da oponente (Foto: Raphael Andriolo)

Ketleyn, sexta colocada no ranking mundial, e Lien já haviam se enfrentado duas vezes, com uma vitória para cada lado. O terceiro confronto foi decidido nos detalhes, na punição, justamente contra a brasileira. A judoca de Taipei administrou a vantagem até o cronômetro zerar.
A participação de Alex Pombo em seu primeiro mundial foi curta. Menos de dois minutos. Atual número 4 do mundo, ele dominou a luta logo de cara e quase finalizou o belga com um estrangulamento. Mas na sequência, em nova tentativa de estrangular, permitiu que Van Tichelt ficasse por cima. Ele não conseguiu se livrar da imobilização e perdeu para o medalhista de bronze no Mundial do ano passado, no Rio de Janeiro.

Até agora, apenas Érika Miranda foi ao pódio pelo Brasil. A brasiliense conquistou a medalha de bronze na categoria meio-leve (52kg) na terça-feira. Sarah Menezes, Felipe Kitadai, Eric Takabatake e Charles Chibana não chegaram às finais. O SporTV transmite o Mundial ao vivo.
programação mundial de judô da rússia 2014 (Foto: programação mundial de judô da rússia 2014)

Gringo se apaixona pelo Brasil e não volta aos EUA após curtir a Copa

Felipe Noronha
Do UOL, em São Paulo

  • Justin McAmmond (de verde) gostou tanto do Brasil que se mudou para o país
    Justin McAmmond (de verde) gostou tanto do Brasil que se mudou para o país

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As dúvidas sobre a realização da Copa do Mundo no Brasil eram tantas antes do Mundial que o principal lema anti-realização do torneio no país era "quero ver na Copa". E todos viram. Alguns viram tanto que não conseguiram controlar a paixão pelo Brasil durante os 31 dias de competição. Houve até, acredite, quem tenha gostado tanto daqui que largou a vida que tinha em outro país para se mudar para cá. E ainda há quem diga que a Copa não deixou legado...
Justin McAmmond é um americano que viajou para o Brasil para acompanhar os jogos da seleção de seu país na Copa. Assistiu a dois dos duelos da primeira fase e também à eliminação para a Bélgica, nas oitavas de final - além de Uruguai contra Costa Rica. Assim, conheceu Fortaleza, Natal, Recife e Salvador, além de João Pessoa, cidade na qual passou uma semana com um amigo de sua família. 
Mas o foco fica em Salvador, a capital da Bahia. Porque é lá que a história de Justin se torna especial.
Ele explica: "Antes de deixar os Estados Unidos, eu planejei originalmente ficar durante o mês de Copa. Até considerava ficar um pouco mais, mas nunca havia estado no Brasil e não sabia o que esperar", conta. "Mas estava otimista que existiria uma oportunidade de ficar no Brasil. Mas era uma faísca de fé, apenas", continua.
Arquivo Pessoal
Justin com amigos brasileiros em Recife durante a Copa
"Cheguei ao Brasil no dia 11 de junho (a abertura da Copa, Brasil 3 x 1 Croácia, ocorreu no dia seguinte). Voei de Nova York para São Paulo e, imediatamente, voei para Fortaleza com planos de, aos poucos, me dirigir para a Bahia", explica – ou seja, a ideia era acompanhar os EUA nas oitavas de final. Em um grupo complicado, o time comandado por Jürgen Klinsmann não era favorito contra Alemanha, Portugal e Gana, mas uma vaga em segundo era possível. E foi o que aconteceu.
E ele chegou à Bahia. E por lá ficou. Até hoje, mais de um mês depois do fim da Copa do Mundo. A cidade de Itacaré, no litoral, é seu novo lar. E sem falar português, como contou ao UOL Esporte, agradecendo por poder dar a entrevista em inglês.
"Agradeço que falamos em inglês, porque demorará um tempo para que eu possa conduzir minhas conversas em português. Tenho esperanças de que um dia eu conseguirei", diz, mostrando que o plano de ficar pelo país é muito sério.
199

mil ingressos

Os Estados Unidos foram o segundo país com mais ingressos comprados para a Copa (na venda prévia), atrás apenas do Brasil. Claro, não apenas americanos adquiriram entradas, mas também imigrantes que vivem no país da América do Norte.
"Estou em Itacaré há quase dois meses. A ideia de me mudar para o Brasil foi crescendo durante a Copa. Pouco depois dos EUA serem eliminados no mata-mata, me encontrei dentro de um ônibus para Itacaré", diz.
"A paisagem aos poucos mudou para as montanhas da exuberante mata-atlântica. Me pareceu um lugar com o qual poderia me acostumar", brinca.
Para quem achava que o Brasil teria problemas em mostrar sua beleza, Justin é a prova viva de que não, muito pelo contrário. Itacaré fica aquase 400 km de Salvador - ou seja, o gringo que quis curtir o Brasil não ficou só atraído pelas cidades-sede e todas suas obras feitas em cima da hora. Mas sim, buscou conhecer cada canto possível do Brasil e, quem sabe, se apaixonar por ele.
5%

de mata-atlântica

Resta apenas 5% da mata-atlântica original do país. Em Itacaré, fica a reserva Serra Grande, considerada reserva natural da mata pela Unesco. Na cidade, 1% da mata original resiste. "Essa pequena parte me cativou", diz Justin.
E o que fazer em Itacaré quando não se fala a língua nativa? Ensinar inglês e aproveitar a cidade ao máximo. "Atualmente dou aulas de inglês. Tenho aprendido a surfar e a falar português. Além, é claro, de explorar a mata-atlântica. A costa litorânea aqui é incrível e continua a me intrigar", diz, mostrando o quanto gostou de sua escolha.
Ele, que veio como turista, ainda não sabe por quanto tempo conseguirá se manter no país, em razão de passaporte e das oportunidades de vida que surgirão. Mas o plano é ficar, quem sabe, para sempre.
"Contei aos meus amigos e minha família. Sigo procurando oportunidades para ficar. Agora, quero me envolver com a comunidade, com projetos que se dedicam a proteção e a conservação da mata-atlântica", conta.
Ou seja: não só um gringo quis ficar por aqui como quer ajudar a transformar o país. É o legado da Copa de uma maneira que poucos imaginavam.
"Sigo esperançoso em encontrar uma organização para investir meu tempo e minha energia aqui no Brasil", finaliza.
Assim como o Brasil estava esperançoso em realizar uma bela Copa. Naquele caso, deu certo. Por que não pode dar de novo?
Arquivo pessoal
Ao caminhar pelas ruas de Recife, Justin ainda não sabia que ficaria pelo Brasil

Copa Norte Sub-20: Bode arranca empate, e técnico vê evolução no time Na segunda rodada da competição, Comercial-PI marca com Wellington no 1 a 1 com Americano-MA. Classificação agora depende da próxima rodada, com São Francisco

Por Teresina

Brinquedo, técnico do Comercial-PI (Foto: Gil Galvão Cm)Brinquedo destaca potencial da equipe na competição (Foto: Gil Galvão Cm)
Depois da derrota na estreia da Copa Norte Sub-20, o Comercial-PI empatou com o Americano-MA, em 1 a 1, na tarde desta terça-feira, no estádio Francisco Vasques, em Belém. Com o resultado, a equipe piauiense soma seu primeiro ponto no torneio e joga as esperanças de classificação na próxima rodada, quando enfrentará o São Francisco-AC, na quinta-feira, às 14 horas. Para o treinador Brinquedo, uma vitória com bom saldo de gols leva o Bode às semifinais.  
- Foi uma partida movimentada, pois as duas equipes vieram de resultados ruins na primeira rodada e precisavam da vitória. Eles perderam um pênalti no final, e nós tivemos três chances claras de gol nos últimos minutos. Basta vencermos nosso próximo compromisso que avançamos de fase – analisou o treinador.  
Os gols da partida foram marcados no segundo tempo. Os maranhenses abriram o placar com Paulo Roberto, aos 13 minutos. O atacante Wellington aproveitou um cruzamento e empatou a partida. O empate, na análise de Brinquedo, mostrou uma evolução do time.  
- Contra o Paysandu, na primeira rodada, jogamos muito presos e travados. Conseguimos no segundo jogo um toque melhor, melhoramos e tivemos muitas oportunidades – revelou.  
Antes de enfrentar o São Francisco-AC, o Comercial faz um treino nesta quarta-feira. Para a partida decisiva, Brinquedo não descarta a possibilidade de mexer no elenco. A Copa Norte Sub-20 dá ao campeão o direito de disputar a Copa do Brasil da modalidade. No grupo do Bode, o Paysandu lidera com seis pontos, seguido por Americano-MA (dois pontos). Comercial-PI e São Francisco-AC têm um ponto.

Comercial-PI x Americano-MA (Foto: Gil Galvão Cm)Comercial-PI empata na segunda rodada da Copa Norte Sub-20 (Foto: Gil Galvão Cm)

Atletismo do Piauí vai em busca da terceira colocação em Norte/Nordeste Chances se concentram na delegação feminina, composta por 8 atletas que possuem nomes fortes da base com chances de superar resultados da delegação masculina

Por Teresina

Lia Raquel, atletismo,Piauí (Foto: Náyra Macêdo/GLOBOESPORTE.COM)Promessa Lia Raquel vai em busca do segundo título nos 100m (Foto: Náyra Macêdo)
Os atletas piauienses do atletismo estão de malas prontas para Natal, no Rio Grande do Norte, onde vão competir no Norte/Nordeste da modalidade, entre os dias 29 e 31 de agosto. Com uma delegação composta por 23 competidores, as possibilidades de medalhas são grandes e a equipe feminina é que reúne as melhores condições de trazer os resultados, mesmo com um grupo reduzido formado por oito nomes. 
A intenção da competição é fazer índice para participar do Campeonato Brasileiro de Menores, que acontece no próximo mês. Grande parte da delegação piauiense faz parte do "Top 10" do ranking regional. Motivos de sobra para que o embarque, marcado para a quarta-feira, seja repleto de boas expectativas. O treinador Nilson Ferreira é quem faz a aposta. Apesar do número reduzido de mulheres na delegação, os resultados são mais consistentes.
- Temos uma equipe forte, apesar das meninas serem poucas, são mais fortes e devem superar os meninos. Elas estão bem compactas, com chances concretas de medalhas. Acreditamos nessas chances por conta das marcas que já fizeram neste ano e quase sempre figuram no Top 10 do nacional no ranking de 15 a 17 anos – ressalta Nilson.
Elas já são velhas conhecidas dos bons resultados. Destaques em competições nacionais e internacionais, Lia Raquel, Genivânia Gabriela, Lara Beatriz, Lara Gabriela, Éryca Tháyla, Thais Alencar, Maria da Paz e Thaís Valeria têm possibilidades de trazer 12 medalhas. A expectativa é que metade delas seja de ouro. Para que essas chances sejam mantidas a viagem foi antecipada. A intenção é simples.

- Não podemos sair depois dessa quarta porque serão 22h de viagem e chegando em cima, até pelos treinos que já foram feitos, não poderemos cobrar os resultados – afirmou o técnico.

Flávio Barros cobra mais finalizações no treino: "Vamos tirar esse bloqueio" Treinador diz que jogadores ainda não sentem confiança para arriscar mais chutes, mas que pretende corrigir a falha durante a semana com trabalhos específicos

Por Teresina

Voltando aos treinos com todo o grupo nesta terça-feira (26), após a vitória sobre o Interporto no fim de semana, o técnico Flávio Barros focou as suas principais orientações nas finalizações. Para ele, a equipe ainda sente pouca confiança para chutar a gol quando aparece uma oportunidade, o que deve ser corrigido nas próximas atividades.
No começo do treino, Flávio dividiu o elenco em quatro equipes e os colocou para trabalhar a bola em espaços reduzidos, um de cada lado do campo. Depois, com os jogadores divididos em três grupos, usou metade do campo e passou a cobrar mais chutes ao gol. Na visão do técnico, os atletas ainda se sentem acanhados para finalizar mais.
Flávio Barros durante treino do River-PI (Foto: Wenner Tito)Flávio Barros acompanhou e orientou movimentação dos jogadores durante o treino (Foto: Wenner Tito)

- Fomos trabalhar contato de bola, para não fazer muitos passes errados. Então fizemos duas dimensões: uma menor, para trabalhar situação de sufoco, e depois com meio campo. Terminamos com aproximação e finalização, coisas que nós pecamos nos jogos, estamos finalizando pouco e vamos tirar esse bloqueio com os trabalhos – afirma Barros.

O próximo desafio do Galo na Série D é no próximo domingo (31), quando a equipe piauiense viaja até São Luís para enfrentar o Moto Club, no Estádio Castelão. Em caso de empate ou vitória, o River-PI garante a permanência na liderança do grupo A2.

COPA DO BRASIL 2014

26/08/2014 (Ter)19h30Vasco1x1ABCSão Januário - Rio de Janeiro

BRASILEIRÃO SÉRIE " B "

DataHoraResultadoLocal
26/08/2014 (Ter)21h50Vila Nova-GO1x2PortuguesaSerra Dourada - Goiania
26/08/2014 (Ter)19h30Boa E.C.2x0IcasaMelão - Varginha